segunda-feira, 20 de outubro de 2014

VESTIBULAR: Graduação semipresencial (complementar)

Prezados Coordenadores de polo, Considerando que não conseguimos preencher todas as vagas no último vestibular, lançaremos essa semana Edital complementar para ocupação de 170 vagas conforme quadro abaixo Cidade Curso Vagas Prof. da Rede púb.Vagas Dem. social Total Centro Beberibe Química/Lic. 11 11 22 CCT Caucaia-Itambé Geografia/Lic. 10 11 21 CCT Jaguaribe Computação/Lic. 03 03 06 CCT Geografia/Lic. 17 17 34 CCT Limoeiro do Norte Computação/Lic. 05 06 11 CCT Pedagogia/Lic. 10 10 20 CED Mauriti Computação/Lic. 04 04 08 CCT Matemática/Lic. 05 05 10 CCT Russas Ciênc Biológ/Lic. 14 14 28 CCS Quixeramobim Geografia/Lic 05 05 10 CCT TOTAL 84 86 170 As inscrição acontecerão exclusivamente pela internet nos dias 27-10 a 16-11 e a prova será no dia 30-11- 2014. Contamos com a colaboração ativa de todos vocês no sentido de divulgar em vários meios de comunicação, escolas, CREDES, Secretarias de Educação, no sentido de termos um bom número de candidatos inscritos de modo a garantirmos a complementação das turmas. Ats, Germana Paixão CEV-UECE

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

ENEM E VESTIBULARES: Ensino Superior

Fatecs abrem inscrição para vestibular 2015 Processo seletivo para 15.685 vagas em 71 cursos gratuitos de tecnologia será realizado no dia 14 de dezembro Fatecs abrem inscrição para 15.685 vagas Fatecs abrem inscrição para 15.685 vagas (Thinkstock/VEJA) O processo de inscrição para o vestibular 2015 das Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de São Paulo começou nesta terça-feira, exclusivamente pela internet. O prazo termina às 15h do dia 10 de novembro e a taxa custa 70 reais. O exame será realizado no dia 14 de dezembro. Para o primeiro semestre, as 71 Fatecs do Estado vão oferecer, juntas, 15.685 vagas em cursos gratuitos de tecnologia — 2.660 a mais que a oferta do mesmo período no ano anterior. Do total de vagas, 1.960 são para a modalidade a distância. Para concorrer, o candidato deve ter concluído ou estar cursando o ensino médio, desde que no ato da matrícula comprove a conclusão do curso. Durante a inscrição, é possível escolher até duas opções de curso, sendo que uma delas pode ser na modalidade a distância. Para estudantes da rede pública, haverá bonificação de 10% na nota. Já para autodeclarados negros, o bônus será de 3%. Caso o aluno esteja nas duas situações, recebe 13% de bônus. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/fatecs-abrem-inscricao-para-vestibular-2015

UNIVERSIDADES: Ensino Superior

Ensino superior Estudo aponta 12 tendências tecnológicas para universidades brasileiras Recursos devem chegar ao ensino superior em até cinco anos, caso de apps móveis e realidade aumentada. Mapeamento é assinado por 41 especialistas Bianca Bibiano Tecnologia nas universidades: aplicativos móveis passarão a ser usados nas aulas em pelo um ano, aponta estudo Tecnologia nas universidades: aplicativos móveis passarão a ser usados nas aulas em pelo um ano, aponta estudo (Thinkstock/VEJA) Tendências tecnológicas para as universidades brasileiras Prazo de adoção: até 1 ano Sala de aula invertida Games aliados ao ensino Uso de aplicativos móveis Aprendizado on-line Prazo de adoção: até 3 anos Análise de aprendizagem individual Aprendizado móvel Produção de conteúdo aberto Uso de laboratórios remotos e virtuais Prazo de adoção: até 5 anos Realidade aumentada Internet das coisas Geolocalização Assistentes virtuais Estudo divulgado nesta quinta-feira pelo grupo americano New Media Consortium aponta que nos próximos cinco anos as universidades brasileiras estarão mais inseridas no mundo digital, com aulas em laboratórios remotos, uso de assistentes virtuais e aplicativos móveis aliados ao aprendizado. As conclusões do documento, divulgado com exclusividade por VEJA.com, são assinadas por um grupo de 41 pesquisadores que, pela primeira vez, analisou as tendências tecnológicas que despontam no cenário nacional. "O Brasil tem uma peculiaridade: sua população tem grande apreço pela tecnologia, mas ainda não a insere em atividades educativas", explica Larry Johnson, pesquisador responsável pelo estudo. Ainda assim, afirma Johnson, há iniciativas que estão dando resultado e que apontam para mudanças no curto prazo. "Nas melhores universidades do país já há um movimento para mudar o padrão de aula, saindo das atividades expositivas e caminhando para a prática, onde o aluno também é protagonista", diz. "No entanto, ainda há muito que avançar, porque não estamos falando apenas de aparelhos, mas sim de práticas de ensino, como a sala de aula invertida." Nesse modelo, o estudante faz leituras, exercícios e assiste a vídeos em casa e utiliza o tempo na universidade para tirar dúvidas e debater com o professor. Para o pesquisador, contudo, tendências como essa esbarram na cultura cultivada pelas universidades. "O professor, mesmo no ensino superior, ainda acha que o smartphone atrapalha o andamento da aula e proíbe seu uso, enquanto a experiência internacional tem relatado sucesso no uso desses aplicativos móveis para fazer atividades do curso, como pesquisas na internet." Esse contexto, diz Johnson, faz com que as mudanças apareçam em poucas universidades, que nos próximos anos serão referência para outras. "Tanto o aluno quanto o professor brasileiro ainda não estão preparados para trabalhar com a tecnologia, mas já é possível ver experiências que podem servir de referência para os demais." Servir de referência é exatamente o objetivo do relatório, que vem sendo produzido há mais de dez anos. Em janeiro, o grupo divulgou o relatório das tendências mundiais com análise de 43 países, que, ao contrário do Brasil, acenam para o uso mais intenso de impressoras 3D e de monitoramento de dados dos alunos como estratégia de ensino. "Alguns docentes com que conversamos no Brasil ainda não sabem o que são esses recursos e não tem ideia de como usá-los nas aulas. Por isso, pensamos que no Brasil o avanço se derá primeiro com aplicativos móveis e mudanças na didática do professor", diz. Mudanças que, segundo o pesquisador, são inevitáveis. "A universidade precisa se adequar ao avanço tecnológico, porque é ela quem forma os profissionais que vão atuar no mercado daqui a alguns anos. Se ela não protagonizar essa mudança, corre o risco de passar ensinamentos obsoletos." Além do desafio imposto pela cultura universitária que ainda prioriza aulas expositivas, há, segundo o relatório, o desafio da infraestrutura e da expansão do acesso. "Acreditamos que isso seja um ponto que será solucionado com facilidade no Brasil, já que hoje quase todo o país é conectado. Ainda assim, é necessário pensar em políticas públicas que viabilizem o uso de internet principalmente aos estudantes de baixa renda. Sem isso, não há avanço", conclui o especialista. O estudo do NMC em parceria com a Saraiva vai ainda acompanhar a inserção das tecnologias nas universidades pelos próximos três anos e a ideia é que, ao final desse processo, seja possível identificar os avanços que contribuíram para o ensino. https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5252303048261702505#editor/target=post;postID=7346627700874485111

EDUCAÇÃO: Ensino Médio

ONG lança campanha para envolver pais na educação das crianças “Eles não vão garantir ensino de qualidade, mas podem colaborar criando ambiente favorável à aprendizagem”, diz idealizador do projeto ONG Todos pela Educação lança campanha para incentivar participação da família na vida escolar de crianças e adolescentes ONG Todos pela Educação lança campanha para incentivar participação da família na vida escolar de crianças e adolescentes (Heitor Feitosa/VEJA.com) Cinco atitudes pela educação • Valorizar os professores, a aprendizagem e o conhecimento • Promover habilidades importantes para a vida e para a escola • Colocar a educação escolar no dia a dia • Apoiar o projeto de vida e o protagonismo dos alunos • Ampliar o repertório cultural e esportivo das crianças e dos jovens Fonte: Todos pela Educação A ONG Todos pela Educação lançou nesta terça-feira a campanha Somos Todos Educadores, que pretende engajar a sociedade, especialmente os pais, na vida escolar de seus filhos. Baseado em cinco "atitudes" (leia mais ao lado), o movimento quer chamar a atenção para a influência da família no desempenho dos estudantes. “Pais não vão garantir um ensino de qualidade, mas podem colaborar criando um ambiente favorável à aprendizagem. Incentivar os estudos é o melhor caminho de ajudar uma criança”, explica Mozart Neves Ramos, diretor do Instituto Ayrton Senna e um dos conselheiros do projeto. A campanha se apoia em pesquisa com pais e estudantes nas cinco regiões do país que foram analisadas por especialistas de diversas áreas. Em seguinda, foram elaborados os cinco pontos da campanha. "Pesquisas do Ibope de 2006 apontavam a educação como a sétima prioridade dos brasileiros. Em 2013, o tema passou para o segundo lugar, mostrando que as pessoas estão cada vez mais atentas a essa discussão e cobrando mais qualidade das escolas", afirmou o publicitário e empresário Nizan Guanaes, fundador do Grupo ABC, e responsável pela comunicação da campanha. Entre as ações sugeridas às famílias está o inventivo à leitura, a organização de um espaço de estudos em casa, e o acompanhamento das notas pelos pais. "Ir às reuniões na escola não significa participação efetiva, muito menos fazer o dever de casa para o filho. Abrir espaço para conversas sobre a escola e cobrar mais dedicação são atitudes que surtem mais efeitos positivos", aponta Mozart. A campanha será desenvolvida inicialmente em escolas públicas, que vão receber material de apoio para coordenadores pedagógicos, com sugestões de atividades que podem ajudar a melhorar a participação da família e com textos feitos pelos escritores Ana Maria Machado, Ricardo Azevedo e Walcyr Carrasco, entre outros. O material também poderá ser visualizado na internet, na página da campanha. http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/ong-lanca-campanha-para-envolver-pais-na-educacao-das-criancas

terça-feira, 14 de outubro de 2014

NOTAÇÃO, LINGUAGEM E RIGOR MATEMÁTICO

A maior parte da notação matemática em uso atualmente não havia sido inventada até o século XVI.3 Antes disso, os matemáticos escreviam tudo em palavras, um processo trabalhoso que limitava as descobertas matemáticas. No século XVIII, Euler foi responsável por muitas das notações em uso atualmente. A notação moderna deixou a matemática muito mais fácil para os profissionais, mas os iniciantes normalmente acham isso desencorajador. Isso é extremamente compreensivo: alguns poucos símbolos contém uma grande quantidade de informação. Assim como a notação musical, a notação matemática moderna tem uma sintaxe restrita e informações que seriam difíceis de escrever de outro modo. A língua matemática pode também ser difícil para os iniciantes. Palavras como ou e apenas têm significados muito mais precisos do que a fala do dia-a-dia. Além disso, palavras como aberto e campo têm recebido um significado matemático específico. O jargão matemático inclui termos técnicos como homeomorfismo e integral. Mas há uma razão para a notação especial e o jargão técnico : matemática requer mais precisão do que a fala do dia-a-dia. Matemáticos se referem a essa precisão da linguagem e lógica como "rigor". http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica

ÁREAS E METODOLOGIA DA MATEMÁTICA

As regras que governam as operações aritméticas são as da álgebra elementar e as propriedades mais profundas dos números inteiros são estudadas na teoria dos números. A investigação de métodos para resolver equações leva ao campo da álgebra abstrata, que, entre outras coisas, estuda anéis e corpos — estruturas que generalizam as propriedades possuídas pelos números. O conceito de vetor, importante para a física, é generalizado no espaço vetorial e estudado na álgebra linear, pertencendo aos dois ramos da estrutura e do espaço. O ensino da geometria. O estudo do espaço se originou com a geometria, primeiro com a geometria euclidiana e a trigonometria; mais tarde foram generalizadas nas geometrias não-euclidianas, as quais cumprem um papel central na formulação da teoria da relatividade. A teoria de Galois permitiu resolverem-se várias questões sobre construções geométricas com régua e compasso. A geometria diferencial e a geometria algébrica generalizam a geometria em diferentes direções: a geometria diferencial enfatiza o conceito de sistemas de coordenadas, equilíbrio e direção, enquanto na geometria algébrica os objetos geométricos são descritos como conjuntos de solução de equações polinomiais. A teoria dos grupos investiga o conceito de simetria de forma abstrata e fornece uma ligação entre os estudos do espaço e da estrutura. A topologia conecta o estudo do espaço e o estudo das transformações, focando-se no conceito de continuidade. Entender e descrever as alterações em quantidades mensuráveis é o tema comum das ciências naturais e o cálculo foi desenvolvido como a ferramenta mais útil para fazer isto. A descrição da variação de valor de uma grandeza é obtida por meio do conceito de função. O campo das equações diferenciais fornece métodos para resolver problemas que envolvem relações entre uma grandeza e suas variações. Os números reais são usados para representar as quantidades contínuas e o estudo detalhado das suas propriedades e das propriedades de suas funções consiste na análise real, a qual foi generalizada para análise complexa, abrangendo os números complexos. A análise funcional trata de funções definidas em espaços de dimensões tipicamente infinitas, constituindo a base para a formulação da mecânica quântica, entre muitas outras coisas. Para esclarecer e investigar os fundamentos da matemática, foram desenvolvidos os campos da teoria dos conjuntos, lógica matemática e teoria dos modelos. Quando os computadores foram concebidos, várias questões teóricas levaram à elaboração das teorias da computabilidade, complexidade computacional, informação e informação algorítmica, as quais são investigadas na ciência da computação O conjunto de Mandelbrot. Uma teoria importante desenvolvida pelo ganhador do Prémio Nobel, John Nash, é a teoria dos jogos, que possui atualmente aplicações nos mais diversos campos, como no estudo de disputas comerciais. Os computadores também contribuíram para o desenvolvimento da teoria do caos, que trata do fato de que muitos sistemas dinâmicos não-lineares possuem um comportamento que, na prática, é imprevisível. A teoria do caos tem relações estreitas com a geometria dos fractais, como o conjunto de Mandelbrot e de Mary, descoberto por Lorenz, conhecido pelo atrator que leva seu nome. Um importante campo na matemática aplicada é a estatística, que permite a descrição, análise e previsão de fenômenos aleatórios e é usada em todas as ciências. A análise numérica investiga os métodos para resolver numericamente e de forma eficiente vários problemas usando computadores e levando em conta os erros de arredondamento. A matemática discreta é o nome comum para estes campos da matemática úteis na ciência computacional. http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica

HISTÓRIA DA MATEMÁTICA

Além de reconhecer quantidades de objetos, o homem pré-histórico aprendeu a contar quantidades abstratas como o tempo: dias, estações, anos. A aritmética elementar (adição, subtração, multiplicação e divisão) também foi conquistada naturalmente. Acredita-se que esse conhecimento é anterior à escrita e, por isso, não há registros históricos. O primeiro objeto conhecido que atesta a habilidade de cálculo é o osso de Ishango, uma fíbula de babuíno com riscos que indicam uma contagem, que data de 20 000 anos atrás. Muitos sistemas de numeração existiram. O Papiro de Rhind é um documento que resistiu ao tempo e mostra os numerais escritos no Antigo Egito. O desenvolvimento da matemática permeou as primeiras civilizações, e tornou possível o desenvolvimento de aplicações concretas: o comércio, o manejo de plantações, a medição de terra, a previsão de eventos astronômicos, e por vezes, a realização de rituais religiosos. A matemática começou a ser desenvolvida motivada pelo comércio, medições de terras para a agricultura, registro do tempo, astronomia. A partir de 3000 a.C., quando Babilônios e Egípcios começaram a usar aritmética e geometria em construções, astronomia e alguns cálculos financeiros, a matemática começou a se tornar um pouco mais sofisticada. O estudo de estruturas matemáticas começou com a aritmética dos números naturais, seguiu com a extração de raízes quadradas e cúbicas, resolução de algumas equações polinomiais de grau 2, trigonometria, frações, entre outros tópicos. Euclides: painel em mármore, Museu dell'Opera del Duomo. Tais desenvolvimentos são creditados às civilizações acadiana, babilônica, egípcia, chinesa, ou ainda, àquelas do vale dos hindus. Por volta de 600 a.C., na civilização grega, a matemática, influenciada por trabalhos anteriores e pela filosofia, tornou-se mais abstrata. Dois ramos se distinguiram: a aritmética e a geometria. Formalizaram-se as generalizações, por meio de definições axiomáticas dos objetos de estudo, e as demonstrações. A obra Os Elementos de Euclides é um registro importante do conhecimento matemático na Grécia do século III a.C. A civilização muçulmana permitiu que a herança grega fosse conservada, e propiciou seu confronto com as descobertas chinesas e hindus, notadamente na questão da representação numérica [carece de fontes]. Os trabalhos matemáticos desenvolveram-se consideravelmente tanto na trigonometria, com a introdução das funções trigonométricas, quanto na aritmética. Desenvolveu-se ainda a análise combinatória, a análise numérica e a álgebra de polinômios. Na época do Renascentismo, uma parte dos textos árabes foi estudada e traduzida para o latim. A pesquisa matemática se concentrou então na Europa. O cálculo algébrico desenvolveu-se rapidamente com os trabalhos dos franceses François Viète e René Descartes. Nessa época também foram criadas as tabelas de logaritmos, que foram extremamente importantes para o avanço científico dos séculos XVI a XX, sendo substituídas apenas após a criação de computadores. A percepção de que os números reais não são suficientes para resolução de certas equações também data do século XVI. Já nessa época começou o desenvolvimento dos chamados números complexos, apenas com uma definição e quatro operações. Uma compreensão mais profunda dos números complexos só foi conquistada no século XVIII com Euler. No início do século XVII, Isaac Newton e Gottfried Wilhelm Leibniz descobriram a noção de cálculo infinitesimal e introduziram a noção de fluxor (vocábulo abandonado posteriormente). Ao longo dos séculos XVIII e XIX, a matemática se desenvolveu fortemente com a introdução de novas estruturas abstratas, notadamente os grupos (graças aos trabalhos de Évariste Galois) sobre a resolubilidade de equações polinomiais, e os anéis definidos nos trabalhos de Richard Dedekind. O rigor em matemática variou ao longo do tempo: os gregos antigos foram bastante rigorosos em suas argumentações; já no tempo da criação do Cálculo Diferencial e Integral, como as definições envolviam a noção de limite que, pelo conhecimento da época, só poderia ser tratada intuitivamente, o rigor foi menos intenso e muitos resultados eram estabelecidos com base na intuição. Isso levou a contradições e "falsos teoremas". Com isso, por volta do século XIX, alguns matemáticos, tais como Bolzano, Karl Weierstrass e Cauchy dedicaram-se a criar definições e demonstrações mais rigorosas. A matemática ainda continua a se desenvolver intensamente por todo o mundo nos dias de hoje. O ensino da matemática e, na verdade, de outras matérias, desde o descobrimento do Brasil, era ministrado pelos jesuítas até a expulsão deles em 1759. Desta data até 1808 os ex-alunos dos jesuítas ficaram encarregados pelo ensino. De 1808 a 1834 a matéria era ministrada nas escolas do Exército e da Marinha e a partir de 1873 também nas escolas de Engenharia. Em 1874 é criada a Escola Politécnica a partir da Escola Central, ex-Escola Militar. A Escola de Minas de Ouro Preto é criada em 1875 e a Escola Politécnica de São Paulo em 1893. Assim, o ensino de matemática passa também a ser oferecido em escolas não militares. https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=5252303048261702505#editor/target=post;postID=1982562177625220920

MATEMÁTICA

A matemática (do grego μάθημα, transl. máthēma, "ciência"/"conhecimento"/"aprendizagem"; e μαθηματικός, transl. mathēmatikós, "apreciador do conhecimento") é a ciência do raciocínio lógico e abstrato. A matemática estuda quantidades, medidas, espaços, estruturas e variações. Um trabalho matemático consiste em procurar por padrões, formular conjecturas e, por meio de deduções rigorosas a partir de axiomas e definições, estabelecer novos resultados. A matemática vem sendo construída ao longo de muitos anos. Resultados e teorias milenares se mantêm válidos e úteis e, ainda assim, a matemática continua a desenvolver-se permanentemente. Registros arqueológicos mostram que a matemática sempre foi parte da atividade humana. Ela evoluiu a partir de contagens, medições, cálculos e do estudo sistemático de formas geométricas e movimentos de objetos físicos. Raciocínios mais abstratos que envolvem argumentação lógica surgiram com os matemáticos gregos aproximadamente em 300 a.C., notadamente com a obra Os Elementos de Euclides. A necessidade de maior rigor foi percebida e estabelecida por volta do século XIX. A matemática se desenvolveu principalmente na Mesopotâmia, no Egito, na Grécia, na Índia, no Oriente Médio. A partir da Renascença o desenvolvimento da matemática intensificou-se na Europa, quando novas descobertas científicas levaram a um crescimento acelerado que dura até os dias de hoje. Há muito tempo busca-se um consenso quanto à definição do que é a matemática. No entanto, nas últimas décadas do século XX tomou forma uma definição que tem ampla aceitação entre os matemáticos: matemática é a ciência das regularidades (padrões). Segundo esta definição, o trabalho do matemático consiste em examinar padrões abstratos, tanto reais como imaginários, visuais ou mentais. Ou seja, os matemáticos procuram regularidades nos números, no espaço, na ciência e na imaginação e formulam teorias com as quais tentam explicar as relações observadas. Uma outra definição seria que matemática é a investigação de estruturas abstratas definidas axiomaticamente, usando a lógica formal como estrutura comum. As estruturas específicas geralmente têm sua origem nas ciências naturais, mais comumente na física, mas os matemáticos também definem e investigam estruturas por razões puramente internas à matemática (matemática pura), por exemplo, ao perceberem que as estruturas fornecem uma generalização unificante de vários subcampos ou uma ferramenta útil em cálculos comuns. A matemática é usada como uma ferramenta essencial em muitas áreas do conhecimento, tais como engenharia, medicina, física, química, biologia, e ciências sociais. Matemática aplicada, ramo da matemática que se ocupa de aplicações do conhecimento matemático em outras áreas do conhecimento, às vezes leva ao desenvolvimento de um novo ramo, como aconteceu com Estatística ou teoria dos jogos. O estudo de matemática pura, ou seja, da matemática pela matemática, sem a preocupação com sua aplicabilidade, muitas vezes mostrou-se útil anos ou séculos adiante, como aconteceu com os estudos das cônicas ou de teoria dos números feitos pelos gregos, úteis, respectivamente, em descobertas sobre astronomia feitas por Kepler no século XVII, ou para o desenvolvimento de segurança em computadores nos dias de hoje. http://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tica